quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Dá licença que quero passar

No trânsito é onde surge a maioria das minhas inspirações. Fico absorta em pensamentos nem sempre muito elegantes. Agora há pouco mesmo lá estava eu pensando sobre o tempo. Será que o dia tem o mesmo tamanho para todas as pessoas? Por que parece que o meu dia é menor do que o dos outros? Ninguém tem a mesma pressa que eu enquanto dirige. Considero o tempo que estamos no trânsito absolutamente perdido (exceto pelos meus pensamentos - nem sempre elegantes). Fico muito indignada quando vejo alguém trafegando pela pista da esquerda pachorrentamente, como se nada de bom o estivesse esperando em seu destino e ainda se dando ao luxo de atrasar o alheio.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Apelo em favor das avós

Este é um post de apelo. Hoje quero falar para todos os meus amigos e amigas que ainda não tiveram filhos. Gente, vamos engravidar! Vamos dar de presente aos seus pais o doce prazer de ser avós. Vocês estão sendo egoístas em negar essa oportunidade ímpar na vida deles. Você, minha amiga que está me lendo nesse momento, coloque-se no lugar da sua mãe. Ela, com um monte de amigas que já são vovós, contando as proezas do seus netinhos e as pobrezinhas lá... a ver navios, sem ter como compartilhar com as amigas as benesses de ser uma vovozinha. O que são nove meses segurando uma barriga, inúmeras noite sem dormir, pacotes e mais pacotes de fraldas, litros e mais litros de leite, perto do prazer de proporcionar à sua mãezinha essa alegria? Lembre-se de tudo que ela já fez por você, sua ingrata!

Portanto, eu vos peço que engravidem e dêem aos seus progenitores a honra de poder compartilhar as travessuras dos netinhos com as amigas dela. Sua mãe certamente está na casa dos cinquenta, ou bem próxima dela, não é justo viver cinco décadas em prol apenas dos filhos. Chega de atrair o centro das atenções apenas para você! Então, se você tem mais de trinta anos e reclama de não ter um namorado, faça uma produção independente. Agora, se tem mais de cinco anos de casada e ainda não embuchou, ah, faça o favor, né?





sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

De mãe para filho

Na condição de mãe, eu sou obrigada a oferecer o que há de melhor para o meu filho (desde que esteja inserido em minhas condições financeiras, é claro). Nesse sentido, faz-se necessário que eu tenha profundo conhecimento daquilo que é consumido pelo meu pequeno. Sabe, é tipo quando você toma uma dose de xarope pra saber se o sabor é aceitável. Mas não é sobre medicamentos que quero falar. Estou aqui repassando uma experiência importantíssima e que deveria ser seguida por todos os pais que amam seus filhos. É um assunto muito sério, gente! Não é brincadeira! Estou falando de desenhos animados. Isso mesmo! Apesar de ultimamente a moda ser as fantásticas produções em 3D, cheias de efeitos e piadas adultizadas eu aindo insisto nos MEUS desenhos animados. Sim, eu assisti Pica-Pau quando criança e nem por isso fiquei perversa e trapaceira como ele. Assisti aos desenhos da Disney e não me tornei homossexual. Vi todas as mensagens sublimares do Rei Leão e não precisei ir ao psiquiatra por isso. Portanto, defendo sim os desenhos da minha época e tenho muito orgulho de dizer que coloco meu filho para assistí-los. 

Infelizmente, tenho de lançar mão da pirataria para dar esse gostinho ao meu filho. Compro DVDs de dois reais na feira e na minha aquisição de ontem vieram Pantera Cor-de-Rosa, Tom e Jerry, Tutubarão, Capitão Caverna, Zé Colméia, Os Smurfs, Denis - o Pimentinha, Pernalonga e sua turma, Os Flinstones e Cavaleiros do Zodíaco (esse último para mim). E sinto que acertei na escolha quando o ouço dando gaitadas na sala com uma estripulia de algum dos personagens. Fico mais a vontade sabendo que meu filho está vendo desenhos que já assisti. Como não tenho tempo para aferir se o Ben 10 é um bom moço, se Gumball é propaganda de chiclete ou o que seria Mutante Rex, prefiro não trocar o certo pelo duvidoso. Não sei o que o Pedro acha a respeito, não sei se ele preferia assistir aos desenhos da "moda", entretanto tenho de aproveitar enquanto eu sei o que é melhor pra ele, porque daqui uns dias... ah, daqui uns dias... adolescência... ai, não quero nem pensar. O melhor a fazer é me sentar ao lado dele num dos episódios do Manda-Chuva e curtir o momento.

P.S.: Caso alguém queira  nos visitar e fazer um revival, estamos aí! Faço até pipoca!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Oração

Deus, o Sr. lê meu blog?
Então me ajuda, vai!